Recentemente uma pesquisa feita pelo IDEC revelou o quanto é caro para o brasileiro ter acesso a banda larga e a mesma está entre as mais caras do mundo. E não para por ai, já não bastasse o preço, o serviço peca na velocidade e na qualidade. É muito comum ver e ouvir reclamações hoje sobre a qualidade do serviço que se contrata, e sobre o comprometimento da empresa que disponibiliza o serviço. Aliás, um ponto importante é falar de empresas, falta de competição, ou você contrata o serviço ou você fica sem. Esta situação somente serve para deixar as empresas cada vez mais cômodas. Ainda falando em empresa, é possível observar que muitas vezes o funcionário não está preparado para responder todas as dúvidas do cliente sejam elas quando na contratação do plano como quando ocorre algum problema. Neste caso fica a critério do cliente descobrir por conta no decorrer de sua experiência de internauta.
Outro ponto importante é relacionado a região, em cada localidade os valores encontrados são diferentes. Grandes cidades por um lado ficam beneficiadas em relação a valores quando comparados com cidades menores, assim a qualidade do serviço segue o mesmo rumo não sendo diferente de país para país. E não é preciso pesquisa para saber destes fatos, basta querer contratar um serviço de internet.
O governo está para promover o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) para quebrar os obstáculos do acesso a rede mundial de computadores, e como descrito, irá garantir acesso a todos os habitantes do país. É um plano um tanto quanto audacioso, mas alguns questionamentos ainda são feitos tais como: Será que o Brasil tem a infra-estrutura necessária para implantação? Não irá acontecer sobrecarga no momento de pico de acessos? Quanto tempo vamos esperar? Dentre muitos outros questionamentos a se pensar, resta ficar na expectativa e na transparência do governo para repassar a quantas está caminhando os processos de implementação.
Por parte do cliente cabe a ele fazer uma análise sobre suas necessidades de conexão para poder contratar o melhor plano, sempre pensar no custo benefício e por último mais não menos importante, fazer valer seus direitos
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